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Assessor de Jair Renan Bolsonaro é investigado por suspeita de agredir primo em Florianópolis
Segundo boletim de ocorrência, outras três pessoas também teriam participado das agressões. Vítima sofreu fraturas no braço e ferimentos na cabeça; Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o caso.
Por Moisés Moura (MTB 01022885/SP)
Publicado em 28/10/2026 18:38
BRASIL

Gustavo Schiphorst, assessor do vereador e deputado federal eleito Jair Renan Bolsonaro (PL), é investigado por suspeita de agredir o próprio primo em Florianópolis (SC), na noite de domingo (25). Segundo o boletim de ocorrência, a mãe, o pai e um amigo do assessor também teriam participado das agressões.

O caso ocorreu no bairro Vargem Grande, onde moram as famílias envolvidas. Conforme o registro policial, Marcelo Ribeiro Delgado Junior foi atingido na cabeça por garrafas e sofreu fraturas no braço. Ele precisou de atendimento médico no Hospital Governador Celso Ramos.

Polícia Civil instaurou inquérito

De acordo com a Polícia Civil, o boletim de ocorrência por lesão corporal foi registrado na terça-feira (27). Um inquérito foi instaurado pela 7ª Delegacia de Polícia da Capital para investigar as circunstâncias do caso.

A ocorrência ganhou repercussão nas redes sociais após ser divulgada pelo vereador Leonel Camasão (PSOL). As informações também foram confirmadas pelo g1.

Jair Renan se manifesta

Procurado pela reportagem, Jair Renan Bolsonaro afirmou, por meio de nota, que discorda de qualquer forma de violência, independentemente da motivação.

O vereador e deputado federal eleito declarou ainda que, após conversar com o assessor, recebeu a informação de que o episódio seria um conflito familiar.

A defesa de Gustavo Schiphorst foi procurada, mas não havia se manifestado até a publicação das informações. As assessorias do PL em Santa Catarina e da Câmara de Vereadores também foram contatadas, mas não responderam aos pedidos de esclarecimento.

A investigação deverá apurar a dinâmica das agressões e a eventual participação das pessoas mencionadas no boletim de ocorrência. Até o momento, as informações divulgadas não representam uma conclusão sobre a responsabilidade criminal dos envolvidos.

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