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Polícia investiga suspeita de trabalho análogo à escravidão em clínica clandestina no RS
Sul-coreano teria sido mantido em cárcere privado; estabelecimento em Balneário Pinhal abrigava 13 pessoas de forma irregular. Resgatados receberam alimentação e atendimento médico.
Por Moisés Moura (MTB 01022885/SP)
Publicado em 22/10/2026 15:13
RIO GRANDE DO SUL

Uma clínica clandestina que mantinha 13 pessoas de forma irregular foi interditada na quarta-feira (21), em Balneário Pinhal, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Entre os resgatados está um homem sul-coreano que teria sido mantido em cárcere privado e pode ter sido submetido a condições análogas à escravidão.

Segundo a Polícia Civil, o caso está sendo investigado. No local, também estavam pessoas com dependência química e limitações intelectuais.

A operação foi realizada pela Delegacia de Polícia de Balneário Pinhal, com a participação de equipes da Assistência Social e da Vigilância Sanitária do município.

Durante as buscas, os agentes encontraram dezenas de munições de calibre permitido. Não foram informadas, no material divulgado, circunstâncias sobre a origem do armamento nem se houve prisões relacionadas ao caso.

Destino das pessoas resgatadas

Após a operação, a maioria das pessoas resgatadas foi entregue aos familiares. As demais foram encaminhadas para abrigos públicos, incluindo o homem sul-coreano.

Todos receberam alimentação e atendimento médico. Um idoso precisou de cuidados específicos devido a lesões e doenças preexistentes.

A Polícia Civil investiga as circunstâncias em que as pessoas eram mantidas no estabelecimento, incluindo a suspeita de cárcere privado e de trabalho em condições análogas à escravidão envolvendo o estrangeiro.

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