Polícia Civil poderá consultar movimentações financeiras de Vinícius Valente da Silva, de 30 anos, na tentativa de encontrar pistas sobre o paradeiro dele
A Justiça autorizou a quebra do sigilo bancário de Vinícius Valente da Silva, de 30 anos, que está desaparecido há cerca de um mês em Florianópolis, Santa Catarina. A medida permitirá que a Polícia Civil tenha acesso ao histórico de movimentações financeiras do bancário, que pode ajudar nas buscas.
Vinícius é natural de Guarujá, no litoral de São Paulo, e trabalha como bancário. O nome e a fotografia dele foram incluídos nos sistemas oficiais de pessoas desaparecidas.
Jovem chegou a Florianópolis no início de agosto
Vinícius chegou a Florianópolis no dia 2 de agosto para passar alguns dias de férias na casa de um amigo.
No dia seguinte, segundo as informações divulgadas durante as investigações, ele perdeu o acesso ao imóvel e também à própria bagagem. Diante da situação, o jovem procurou hospedagem em um hostel localizado na região da Lagoa da Conceição.
O último registro conhecido de Vinícius ocorreu no dia 6 de agosto, quando uma câmera de segurança do estabelecimento registrou o momento em que ele deixou o hostel após fazer o check-out.
Desde então, não foram localizadas novas imagens do bancário. O telefone celular também não apresentou novos registros que tenham ajudado, até o momento, a esclarecer o paradeiro dele.
Família acompanha investigação
Familiares de Vinícius acompanham as buscas e cobram agilidade na apuração do caso.
O primo do jovem, Antônio Zanatto, afirmou em entrevista ao Jornal do Almoço, da NSC TV, que a demora para a autorização da quebra do sigilo bancário causou preocupação à família.
A expectativa é de que a análise das movimentações financeiras possa indicar possíveis locais por onde Vinícius passou ou fornecer novas informações que auxiliem os investigadores.
A Polícia Militar informou que acompanha o caso.
Informações podem ser repassadas à polícia
Qualquer informação que possa ajudar a localizar Vinícius pode ser comunicada às autoridades. Segundo a Polícia Militar, as informações podem ser repassadas de forma anônima pelo telefone 190.